Não é só a Polícia Federal e Ministério Público Estadual que estão no encalço do empresário da banda Saia Rodada e ex-prefeito prefeito de Caraúbas, Eugênio Alves da Silva. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) inicia, na próxima segunda-feira, uma devassa nas contas do ex-prefeito referente a 2008.
Este é o mesmo ano que aconteceu os desvios de combustíveis denunciados no JORNAL DE FATO na edição do dia 17 de junho de 2008. Os desvios teriam acontecido através de um esquema com o posto Imperial, onde este emitia notas fiscais simulando abastecimento de carros que estavam fora de circulação. Num breve levantamento, ficou evidente o desvio de pelo menos R$ 49 mil.
Este é o mesmo ano que aconteceu os desvios de combustíveis denunciados no JORNAL DE FATO na edição do dia 17 de junho de 2008. Os desvios teriam acontecido através de um esquema com o posto Imperial, onde este emitia notas fiscais simulando abastecimento de carros que estavam fora de circulação. Num breve levantamento, ficou evidente o desvio de pelo menos R$ 49 mil.
Os advogados da oposição ao governo de Eugênio Alves, na época, entenderam que os recursos estavam sendo desviados para compra de apoio político e votos. Fizeram a representação na Justiça Eleitoral de Caraúbas. Só o então, juiz da Comarca entendeu que deveria arquivar o processo, forçando os advogados a recorrerem ao Tribunal Regional Eleitoral.
Por sua vez, o Tribunal decidiu que o processo deveria retornar à Comarca de Caraúbas e passarem a ser investigadas as denúncias. Este fato se concretizou no mês de novembro de 2009. Nesta semana, a justiça eleitoral emitiu cinco mandados de busca e apreensão para ser cumprido por agentes federais sobre o comando do delegado federal Francisco Martins.
Na operação, foram revistadas as secretarias de Saúde, Educação, Finanças/contabilidade da Prefeitura de Caraúbas. Outro ponto também revistado foi o Posto Imperial e a casa do ex-prefeito Eugênio Alves. Agentes federais, sob o comando de outro delegado, visitaram fazendas e parques de vaquejada também pertencente ao empresário da Banda Saia Rodada.
Os documentos apreendidos estão sendo custodiados na Sede da Polícia Federal em Mossoró. A juíza eleitoral da Comarca de Caraúbas, Ilná Rosado Motta Feijão, disse que todos serão periciados e depois anexados ao processo conforme previsto em Lei. A juíza falou que, atendendo a uma orientação do TRE, todos os processos eleitorais devem ser julgados até 19 de março.
A juíza Ilná Rosado admitiu a possibilidade, dependendo dos documentos apreendidos pela Polícia Federal, de serem instalados processos civis e criminais contra o ex-prefeito. Quanto ao trabalho dos auditores do TCE, foi solicitado ao prefeito Ademar Ferreira uma sala reservada, com computadores e outros equipamentos necessários ao trabalho de apuração.
Atendendo ao pedido do TCE, o prefeito Ademar Ferreira determinou que os secretários separassem toda a documentação deixada por Eugênio Alves e que não foram apreendidos pela Polícia Federal para entregar aos inspetores do TCE, especialmente referente à aplicação de recursos oriundos das contas abastecidas com royalties da Petrobras, ICMS e FPM.
A princípio, o setor contábil da Prefeitura lamenta que o ex-prefeito Eugênio Alves não tenha prestado contas e não tenha deixado documentos para que o seu sucessor faça. Nas últimas semanas de governo, Eugênio Alves e seus auxiliares foram vistos tirando da sede da Prefeitura várias caixas de documentos. O que restou não dá para prestar contas do período de 2008.
Por não ter prestado contas, a Prefeitura de Caraúbas enfrentou problemas para firmar convênios no início de 2009, sendo necessário entrar com ações na Justiça responsabilizando o ex-prefeito pela não-prestação de contas.
Atendendo ao pedido do TCE, o prefeito Ademar Ferreira determinou que os secretários separassem toda a documentação deixada por Eugênio Alves e que não foram apreendidos pela Polícia Federal para entregar aos inspetores do TCE, especialmente referente à aplicação de recursos oriundos das contas abastecidas com royalties da Petrobras, ICMS e FPM.
A princípio, o setor contábil da Prefeitura lamenta que o ex-prefeito Eugênio Alves não tenha prestado contas e não tenha deixado documentos para que o seu sucessor faça. Nas últimas semanas de governo, Eugênio Alves e seus auxiliares foram vistos tirando da sede da Prefeitura várias caixas de documentos. O que restou não dá para prestar contas do período de 2008.
Por não ter prestado contas, a Prefeitura de Caraúbas enfrentou problemas para firmar convênios no início de 2009, sendo necessário entrar com ações na Justiça responsabilizando o ex-prefeito pela não-prestação de contas.
Obs: Vamos concluir o objetivo disso tudo, perseguição politica.
Fonte: www.defato.com.br
Por: Francisco José Sales
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