As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2010 começam nesta segunda-feira, 21 de junho, a partir das 10h, somente pela internet. O prazo termina 9 de julho, às 23h59. A prova será aplicada nos dias 6 e 7 de novembro. A taxa de inscrição custa R$ 35.
Para se inscrever, o interessado deve preencher o formulário disponível na web.
As provas terão a mesma estrutura do ano passado. Vão abranger as áreas de linguagens e códigos, ciências da natureza, matemática e ciências humanas. O exame terá quatro provas objetivas de múltipla escolha, com 45 questões cada uma, e redação. A novidade este ano serão as questões de língua estrangeira (inglês ou espanhol) na área de linguagens e códigos.
No primeiro dia do exame, um sábado, serão aplicadas as questões de ciências da natureza e ciências humanas. A prova começa às 13h e vai até as 17h30. No domingo, das 13h às 18h30, será a vez de matemática, linguagens e códigos e da redação.
Pessoas que necessitem de atendimento especial devem fazer o pedido no momento da inscrição. O mesmo vale para os sabatistas. No dia do exame, os que guardam o sábado devem chegar ao local de prova no mesmo horário marcado para os demais alunos, mas farão a prova somente a partir das 18h.
Por: Francisco José Sales
Caraúbas Acontece
segunda-feira, 21 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
PT OFICIALIZOU ONTEM CANDIDATURA DE DILMA À PRESIDÊNCIA
"Estamos celebrando o Brasil do Lula, que será governado com a alma e o coração de uma mulher", aifrmou a candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, durante a Convenção Nacional do PT, neste domingo (13), em Brasília. Para Dilma, o Brasil precisa continuar mudando para melhor e que para isso é mais que simbólico que o PT e os partidos aliados estejam dizendo que “chegou a hora de uma mulher comandar o país”.
Dilma disse que o Brasil conquistou muitos avanços com o governo de Lula, mas é preciso avançar mais e ela quer ser a presidente da inclusão digital, da educação da qualidade. Agora, com Dilma, o país terá ainda mais oportunidades de reduzir a desigualdade de crescer para todos.
Ela lembrou que nos governantes do passado davam atenção para um terço da população e os demais brasileiros eram um estorvo. “Historicamente, quase todos governantes brasileiros governaram para um terço da população. Para muitos deles, o resto era peso, estorvo e carga”, disse.
Ao final do discurso, Dilma contou a história da mãe que pediu a ela num aeroporto que contasse para a filha, que se chama Vitória, que as mulheres também podem ser presidentes da República.
“É mais que simbólico que, nesse momento, o PT e os partidos aliados estejam dizendo: chegou a hora de uma mulher comandar o país. Estejam dizendo: para ampliar e aprofundar o olhar de Lula, ninguém melhor que uma mulher na presidência da República. Creio que eles têm toda razão. Nós, mulheres, nascemos com o sentimento de cuidar, amparar e proteger.Somos imbatíveis na defesa dos nossos filhos e da nossa família”, disse.
Por: Francisco José Sales
sexta-feira, 11 de junho de 2010
CARAUBASSEX.BLOGSPOT.COM O BLOG QUENTE DA CIDADE
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FICHA LIMPA JÁ VALE PARA ESTA ELEIÇÃO
Por 6 votos a 1, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu na noite de ontem, quinta-feira (10) que o projeto que impede a candidatura de políticos com condenações na Justiça, conhecido como Ficha Limpa, terá validade já nas eleições de outubro deste ano. O único voto contrário foi do ministro Marco Aurélio Mello.
O relator do caso, o ministro Hamilton Carvalhido, avaliou que a lei complementar não altera o processo eleitoral. Caso alterasse, ela deveria, obrigatoriamente, ter sido feita um ano antes do pleito.
A nova lei ficou publicamente conhecida como Lei da Ficha Limpa por prever que candidatos que tiverem condenação criminal por órgão colegiado, ainda que caiba recurso, ficarão impedidos de obter o registro de candidatura, pois serão considerados inelegíveis.
A pauta da corte foi invertida para responder à consulta, feita pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), sobre se a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em 4 de junho já poderia entrar em vigor neste ano.
De acordo com a nova lei, ficam inelegíveis por oito anos, além do período remanescente do mandato, aqueles que cometeram lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito. Antes, eram três anos. A norma alterou a Lei de Inelegibilidades.
Da proposta original, o texto foi flexibilizado na Câmara pelo relator, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que permitiu que o político condenado possa recorrer para tentar suspender a inelegibilidade e participar das eleições. O efeito suspensivo precisaria ser aprovado por um colegiado de juízes.
Fonte: Uol noticias
Por: Francisco José Sales
O relator do caso, o ministro Hamilton Carvalhido, avaliou que a lei complementar não altera o processo eleitoral. Caso alterasse, ela deveria, obrigatoriamente, ter sido feita um ano antes do pleito.
A nova lei ficou publicamente conhecida como Lei da Ficha Limpa por prever que candidatos que tiverem condenação criminal por órgão colegiado, ainda que caiba recurso, ficarão impedidos de obter o registro de candidatura, pois serão considerados inelegíveis.
A pauta da corte foi invertida para responder à consulta, feita pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), sobre se a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em 4 de junho já poderia entrar em vigor neste ano.
De acordo com a nova lei, ficam inelegíveis por oito anos, além do período remanescente do mandato, aqueles que cometeram lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito. Antes, eram três anos. A norma alterou a Lei de Inelegibilidades.
Da proposta original, o texto foi flexibilizado na Câmara pelo relator, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que permitiu que o político condenado possa recorrer para tentar suspender a inelegibilidade e participar das eleições. O efeito suspensivo precisaria ser aprovado por um colegiado de juízes.
Fonte: Uol noticias
Por: Francisco José Sales
quinta-feira, 10 de junho de 2010
PV OFICIALIZA CAMPANHA DE MARINA SILVA COM ORÇAMENTO DE R$ 90 MILHÕES
Foto: Internet
O PV aprovou nesta quinta-feira, durante convenção do partido, a candidatura de Marina Silva à Presidência da República e um orçamento de R$ 90 milhões para a campanha.
O coordenador da campanha, Alfredo Sirkis, afirmou que a "fase de partido nanico está definitivamente superada", e que vai deixar hoje a coordenação nacional. Ele voltou a afirmar que vai coordenar a campanha no Rio para para se dedicar à sua candidatura a deputado federal. No lugar dele, assume João Paulo Capobianco.
Sirkis disse que Marina entra no eleitorado pobre feminino como faca na manteiga e que o PV vai ganhar no segmento de 16 a 25 anos. "Essa é uma faixa etária que não lê jornal. Esse é um segmento fundamental, não haverá vitória, se não houver vitória na juventude", disse.
Segundo ele, tudo que se vê hoje nas pesquisa eleitorais é apenas o ponto de partida de uma disputa e não o ponto de chegada. "Estamos na disputa, no grande jogo, em condições de crescer, de atropelar, de ir para o segundo turno e vencer."
Sirkis disse ainda que o partido não defende a descriminalização das drogas "neste momento", mas que se propõe a discutir o assunto. "É inconcebível que um país, isoladamente, tome essa decisão. O país que fizesse isso sozinho viraria a Meca das drogas."
Ele se esforçou para explicar aos dirigentes que as posições religiosas de Marina não são tão conservadoras. Segundo o coordenador, o maior atestado de que ela manteria a laicidade do Estado é que ela propôs dois plebiscitos: para descriminalização das drogas e do aborto.
Sirkis também falou de "temas malditos". "A questão da união civil de pessoas do mesmo sexo. O PV tem essa posição há muito tempo e é uma posição com a qual a nossa candidata está 100% de acordo. No entanto, a nossa candidata e muito de nós se abstêm de denominar isso de casamento", defendeu.
Segundo ele, Marina defende que casais do mesmo sexo possam se unir em união estável, mas prefere não chamar a união de casamento. Sirkis disse que ela está "100% de acordo" com a união civil de pessoas do mesmo sexo. "Qual o problema de não utilizar a palavra casamento gay? O importante é ser a favor do direito."
A candidata, até aqui, se disse radicalmente contra o casamento gay e disse que defendia a união de gays no plano patrimonial.
Fonte: folha online
Por: Francisco José Sales
SENADO APROVA EMENDA QUE DIVIDE ROYLATIES DO PRÉ-SAL DE FORMA IGUALITÁRIA
Contrariando determinação do presidente Lula, o Senado aprovou nesta madrugada emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que divide de forma igualitária os dividendos da exploração do petróleo dos atuais contratos e das áreas a serem licitadas. O governo foi derrotado por 41 votos a favor da proposta e 28 contra.
Os senadores definiram ainda que caberá à União compensar as perdas de Estados produtores como Espírito Santo e Rio de Janeiro, os principais prejudicados pela emenda.
Há três meses, o governo já havia sofrido a mesma derrota na Câmara dos Deputados, que aprovou emenda dividindo os royalties do petróleo entre os fundos de participação de Estados e Municípios.
De nada adiantou o esforço do Planalto que mobilizou toda a base, buscando em casa a senadora Ideli Salvati (PT-SC), que chegou de cadeira de rodas após a meia-noite.
Os senadores definiram a nova divisão depois de aprovar, por 38 votos contra 31, o texto base do projeto que estabelece o regime de partilha (em vez de concessão) como novo modelo de exploração do petróleo e cria um fundo para reduzir diferenças sociais com recursos provenientes da receita do pré-sal.
As duas propostas foram unificadas num único projeto pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que excluiu a redistribuição dos royalties do texto por dividir Estados e municípios. Como houve modificação, a proposta volta à Câmara para apreciação.
O debate dos royalties foi retomado com emenda preparada pelo senador Pedro Simon, que restituiu a emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) aprovada na Câmara dos Deputados em que os royalties do pré-sal e dos atuais contratos de exploração de petróleo_ que estão sob regime de concessão_seriam igualmente distribuídos entre todos os Estados da Federação, sem privilégio aos principais produtores (Rio de Janeiro e Espírito Santo).
"Diferente da proposta aprovada na Câmara, agora ninguém perde um centavo. Nós vamos tirar da União para todos, produtores e não produtores de petróleo, saírem ganhando", reagiu o autor da polêmica emenda.
O líder do governo no Senado ameaçou, em nome de Lula, que a distribuição dos royalties poderia ser vetada pelo presidente caso fosse aprovada pelos senadores. "Um projeto mal feito, onde a União terá que arcar com prejuízos de Estados e municípios produtores, o governo veta", disse.
Os senadores pretendem votar, ainda nesta madrugada, o projeto de capitalização da Petrobras, o segundo item da pauta.
Fonte: folhaonline
Por: Francisco José Sales
Os senadores definiram ainda que caberá à União compensar as perdas de Estados produtores como Espírito Santo e Rio de Janeiro, os principais prejudicados pela emenda.
Há três meses, o governo já havia sofrido a mesma derrota na Câmara dos Deputados, que aprovou emenda dividindo os royalties do petróleo entre os fundos de participação de Estados e Municípios.
De nada adiantou o esforço do Planalto que mobilizou toda a base, buscando em casa a senadora Ideli Salvati (PT-SC), que chegou de cadeira de rodas após a meia-noite.
Os senadores definiram a nova divisão depois de aprovar, por 38 votos contra 31, o texto base do projeto que estabelece o regime de partilha (em vez de concessão) como novo modelo de exploração do petróleo e cria um fundo para reduzir diferenças sociais com recursos provenientes da receita do pré-sal.
As duas propostas foram unificadas num único projeto pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que excluiu a redistribuição dos royalties do texto por dividir Estados e municípios. Como houve modificação, a proposta volta à Câmara para apreciação.
O debate dos royalties foi retomado com emenda preparada pelo senador Pedro Simon, que restituiu a emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) aprovada na Câmara dos Deputados em que os royalties do pré-sal e dos atuais contratos de exploração de petróleo_ que estão sob regime de concessão_seriam igualmente distribuídos entre todos os Estados da Federação, sem privilégio aos principais produtores (Rio de Janeiro e Espírito Santo).
"Diferente da proposta aprovada na Câmara, agora ninguém perde um centavo. Nós vamos tirar da União para todos, produtores e não produtores de petróleo, saírem ganhando", reagiu o autor da polêmica emenda.
O líder do governo no Senado ameaçou, em nome de Lula, que a distribuição dos royalties poderia ser vetada pelo presidente caso fosse aprovada pelos senadores. "Um projeto mal feito, onde a União terá que arcar com prejuízos de Estados e municípios produtores, o governo veta", disse.
Os senadores pretendem votar, ainda nesta madrugada, o projeto de capitalização da Petrobras, o segundo item da pauta.
Fonte: folhaonline
Por: Francisco José Sales
quarta-feira, 9 de junho de 2010
INSCRIÇÕES PARA O ENEM COMEÇA NO DIA 21 DE JUNHO
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano ocorrem entre 21 de junho e 9 de julho, anunciou nesta quarta-feira (9) o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim José Soares Neto. A data das provas foi confirmada para 6 e 7 de novembro.
A nota do Enem pode ser usada pelos estudantes para ingressar em universidades públicas e particulares. A expectativa é de que a edição deste ano tenha 6 milhões de estudantes inscritos.
O exame continuará com 180 questões de múltipla escolha e uma redação. A novidade para a edição deste ano é a inclusão de língua estrangeira, segundo informações da Agência Brasil. No momento da inscrição, o aluno deverá escolher entre o inglês e o espanhol.
No primeiro dia do exame (6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7 de novembro), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, e também terão de fazer uma redação. No primeiro dia, o exame começará às 13h e acabará às 17h30. No segundo dia, os estudantes terão uma hora a mais e a prova terminará às 18h30.
Será cobrada a mesma taxa de inscrição das edições passadas, R$ 35. Os alunos de escolas públicas são isentos.
Fonte: g1.com
Por: Francisco José Sales
A nota do Enem pode ser usada pelos estudantes para ingressar em universidades públicas e particulares. A expectativa é de que a edição deste ano tenha 6 milhões de estudantes inscritos.
O exame continuará com 180 questões de múltipla escolha e uma redação. A novidade para a edição deste ano é a inclusão de língua estrangeira, segundo informações da Agência Brasil. No momento da inscrição, o aluno deverá escolher entre o inglês e o espanhol.
No primeiro dia do exame (6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7 de novembro), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, e também terão de fazer uma redação. No primeiro dia, o exame começará às 13h e acabará às 17h30. No segundo dia, os estudantes terão uma hora a mais e a prova terminará às 18h30.
Será cobrada a mesma taxa de inscrição das edições passadas, R$ 35. Os alunos de escolas públicas são isentos.
Fonte: g1.com
Por: Francisco José Sales
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