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Segundo o gerente Walter Pedro, o município definiu cinco áreas que servirão como apoio para os transportes alternativos, tendo como referência cinco estabelecimentos e entidades conhecidas: Oba Show - próximo a entrada do Abolição IV, entrada do Vingt Rosado, Igreja do Alto da Conceição, Centro Administrativo e o restaurante O Laçador. "As pessoas que estão vindo de outras cidades não precisam se preocupar. A mudança será gradual e estamos explicando tudo aos motoristas", disse.
O gerente frisa que cerca de 1.100 veículos de outros municípios atuam como alternativos e que, deste número, 250 estacionam em áreas centrais. Com a mudança, Walter Pedro analisa que o Centro de Mossoró ficará com mil vagas de estacionamento, rotativas. "Todas essas ações já estavam previstas com a municipalização do transito de Mossoró. Estudos como esse tem o objetivo de desafogar, e muito, o centro da cidade", afirma o gerente, acrescentando que a idéia está sendo bem aceita pelos motoristas e que o usuário não será penalizado.
A atual metodologia adotada pelos motoristas de alternativos faz com que o Centro fique sem vagas de estacionamento, provocando caos no trânsito em algumas áreas. "Tem casos em que o transporte alternativo vem com os usuários e fica parado quase o dia inteiro, esperando que a pessoa conclua o que veio fazer em Mossoró para retornar à sua cidade. Isso acaba comprometendo as vagas rotativas do centro", comentou.
Walter Pedro explica que o usuário do transporte alternativo não será prejudicado e que o motorista será informado sobre como fazer ao entrar na cidade para deixar os seus clientes nos pontos que eles quiserem. "O processo vai acontecer como em qualquer lugar do Brasil. O alternativo chega, desembarca seus passageiros e depois vai para o local determinado para esperar seus clientes na volta. O que não vai poder é estacionar no Centro e esperar o usuário", esclarece o gerente, acrescentando que o motorista poderá buscar o usuário em qualquer ponto da cidade, desde que a ação não incorra em parada demorada do veículo.
O gerente do trânsito explica ainda que os técnicos da Gerência ficarão atentos às mudanças durante os primeiros 90 dias da operacionalização. "Estamos identificando os veículos e não teremos problemas com a operação", comenta Walter.
Walter Pedro informa ainda que somente depois do período de adaptação é que os agentes começarão a fiscalizar de forma punitiva quem insistir no erro. "Esse primeiro momento é de educação e orientação. Passaremos 90 dias informando, orientando e colaborando para que essas mudanças sejam feitas sem prejudicar ninguém. Num segundo momento, ai sim, começaremos a multar os alternativos que não cumprirem com as novas regras", alertou.
Fonte: www.correiodatarde.com.br
Por Francisco José Sales

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